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quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Ditados populares - Letra A

Água mole e pedra dura tanto bate até que fura: Um de seus primeiros registros literário foi feito pelo escritor latino Ovídio (43 a.C.-18 d.C), autor de célebres livros como A arte de amar e Metamorfoses, que foi exilado sem que soubesse o motivo. Escreveu o poeta: “A água mole cava a pedra dura”. É tradição das culturas dos países em que a escrita não é muito difundida formar rimas nesse tipo de frase pra que sua memorização seja facilitada. Foi o que fizeram com o provérbio portugueses e brasileiros.


A regra se bota na boca do saco: A história desse ditado popular é contada saborosamente por Câmara Cascudo em seu livro Superstições no Brasil.

Pois um rapaz rico, de boa educação, resolveu casar com uma garota muito bonita. Foi pedir a mão dela ao pai, que já foi lhe avisando que o gênio da moça bonita era o mesmo do da mãe: terrível. A tal guria era boa em coisas de forno, em arrumação de casa, em prendas domésticas de um modo geral, mas o temperamento ! Era brabo o negócio.

Apesar dos avisos, o rapaz rico insistiu no casamento. Na noite de núpcias, os noivos deitaram. O noivo gritou para o candeeiro que apagasse. Mas o candeeiro continuou aceso. Ele não teve dúvidas: sacou o revólver e apagou a luz à bala. Macho é macho. Lá pela meia-noite, o galo resolveu cantar. O rapaz foi até o pátio e trouxe o bichano atravessado numa espada.

No dia seguinte, a noiva era outra pessoa, meiga, atenciosa e caprichosa com seu homem. O pai, percebendo a mudança, quis saber o que o noivo fez. Ao ficar sabendo dos detalhes da noite de núpcias, o pai resolver fazer o mesmo com sua mulher.

Na noite, gritou ao candeeiro que apagasse. Tentou dar o tal tiro, mas o mulher tirou o revólver de sua mão. O galo resolveu cantar à meia-noite. O homem pegou a espada e se preparou para ir ao pátio, mas a mulher o impediu. Ela olhou bem para o marido e disse: "A regra se bota na boca do saco. Mata-se o galo na primeira noite e não no fim da vida." E tudo continuou como antes.


Amor de Pica Fica: Segundo o mestre Aurélio, Pica pode significar lança aniga, pênis ou injeção (em Portugal). O resto é so você maliciar que desobrirá rapidinho o significado...

Esta frase entrou na história por ser o primeiro título de um samba brasileiro censurado. Era de Vadico e Noel Rosa. Depois da proibição eles tentaram mudar o nome para "Amor que pica fica" mas não teve jeito.


Aguás Passadas não movem moinhos: O que passou passou, bola pra frente

A frase é de Cerventes, mop capítulo VI de sua obra máxima, Dom Quixote de la Mancha. Foi dita pelo seu fiel escudeiro Sancho Panza, que insistia em mover um moinho com a própria urina. Como todos sabem, Sancho tinha uma encontinência urinária. Mas mesmo assim, era impossível. Depois de várias tentativas, Dom Quixote tentou mover o moinho com a própria espada, em célebre cena. Não deu em nada. E ele escreveu: "Vamos embora, isso não vai dar em nada...". Outra fonte diz que a origem da expressão seria holandesa, mas não há registros escritos.


Apressado come cru: Nem sempre fazer as coisas apressadamente dá bom resultado, pelo contrário.

Na verdade, quando a expressão surgiu no Brasil (meados de XIX) não era bem cru, tire o R e terá a expressão original. Na época as pessoas não tinham nem carro, nem motéis faziam amor de pé, na rua mesmo. E, na pressa, nem sempre acertavam o buraco certo...

(é o que dizem)


Atrás de um grande homem sempre há uma grande mulher: Todo homem de sucesso tem sempre uma mulher que o estimula

Esta é bíblica. Quando Davi (pequeno, fransino) desafiou Golias (o gigante) para salvar o seu país foi que surgiu a expressão. Consta que Davi tinha uma mulher imensa e feroz. Dizem até que batia nele. Tinha 2,02 metros e uns 190 quilos. Quando foi acontecer o duelo, ela teria dito a ele: "Se ele te matar eu corto os seus colhões". Davi então se encheu de coragem e venceu Golias na base da pedrada. Dizem até que alguns anos depois ele teria se separado dela e casado com um jovem pastor inglês que o chamava de Déividi. (lógico que isso é apenas uma brincadeira).


A mão do Badanha: De origem controvertida. O pessoal do futebol atribui a um tal de Badanha, jogador do Internacional. Mas existem várias versões.


Andar à toa: Andar sem destino, despreocupado, passando o tempo.

Toa é a corda com que uma embarcação reboca a outra. Um navio que está “à toa” é o que não tem leme nem rumo, indo para onde o navio que o reboca determinar. Uma mulher à toa, por exemplo, é aquela que é comandada pelos outros. Jorge Ferreira de Vasconcelos já escrevia, em 1619: “Cuidou
de levar à toa sua dama.”

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